Marquinhos nasceu em fevereiro, mas queria ter nascido em julho só pra ser leonino.
Marquinhos nunca aprendeu a andar de bibicleta, mas percorria quilômetros da orla sobre os patins.
Marquinhos via novela e se emocionava com os mendigos, mas não dava um pão a um garoto de rua que passasse fome.
Marquinhos achava da bossa nova a música revolucionária, mas quando faziam greve em sua empresa, sempre achava desnecessária a luta de classes.
Marquinhos tinha um casal de poodles que tomavam banho toda semana, mas ao passar por um cachorro sujo e mal cheiroso, trocava de calçada ou olhava de cara feia enquanto o bichinho lhe abanava o rabo.
Marquinhos tinha uma fortuna invetida em ações, mas nunca doou nada ao Criança Esperança (Nem eu! Vamos pular essa parte! Finjam que nem leram isso aqui, ok?!)
Marquinhos só usava sapatos de couro, mas não comia carne de boi, pois acreditava piamente que o problema da Amazônia é o gado e a soja. É, não comia nada de soja também.
Marquinhos confundia Lenine com Leone e achava que eram naturais os peitos de sua diva loira. Ah, ele também achava que Tang era tão natural quanto a fruta.
Marquinhos estudou engenharia e tatuou um "infinito" em suas costas, mas ficou mesmo paquerando um par de argolas de prata durante anos. O aspecto "pirata" não agradava aos olhos alheios.
Marquinhos vive na porra de uma redoma de vidro, como se estivesse preso no corpo de uma menina católica de 12 anos, sendo que ele tem 34, e é viado. |